Class Apoio p/ gravar videoaulas

Script · M3 — Compute (AZ-104 · 20–25% · ~1 h)

Formato de gravação: tela operada ~99%, voz narrando (TTS pt-BR). Região: East US · Narrativa: empresa ControlCrest.

Como ler: >> ACAO: = ação na tela (não falado); [pausa Ns] = silêncio; texto puro = narração. Blocos prioritários. Custo (REGRA RÍGIDA): VMs deallocated fora da aula; App Service em F1 Free; borda → criar/demonstrar/deletar na sessão.


Bloco 1 — Por que IaC (ARM / Bicep) ★

ACAO: abre o Cloud Shell (Bash) [pausa 2s] Antes de máquina, a boa prática é infraestrutura como código. Em vez de clicar, a gente declara. [pausa 1s] ACAO: mostra um arquivo Bicep com um recurso simples [pausa 3s] O Bicep e o template de ARM são declarativos e idempotentes: você descreve o resultado, e o Azure converge para ele. O portal e a linha de comando são mais exploratórios. [pausa 2s]


Bloco 2 — Criar uma VM Linux (núcleo) ★

ACAO: busca "Virtual machines", clica em + Create -> Azure virtual machine [pausa 2s] Agora sim, a máquina. A gente vai criar o servidor web da empresa. [pausa 1s] ACAO: escolhe assinatura e rg-apps-prd, digita o nome web-01 [pausa 2s] ACAO: seleciona a região East US e a zona de disponibilidade 1 [pausa 2s] ACAO: escolhe a imagem Ubuntu, aponta para o tamanho [pausa 2s] Repare no tamanho. Cada série tem um propósito: a série B é a que estoura, a série D é de uso geral, e o sufixo S é para armazenamento premium. [pausa 2s] ACAO: mostra os tamanhos e a opção F1/B-series [pausa 2s] ACAO: configura o usuário de administração e a autenticação por chave SSH [pausa 3s] ACAO: mostra a aba Networking, aponta para o grupo de segurança [pausa 2s] ACAO: clica em Review + create, depois Create [pausa 4s] ACAO: aguarda a VM ser criada, mostra o Overview [pausa 3s]


Bloco 3 — Discos e performance

ACAO: na VM, clica em Disks [pausa 2s] Cada máquina tem o disco do sistema operacional. Repare que a performance do disco cresce junto com o tamanho. [pausa 1s] ACAO: aponta para o disco de SO e a camada de desempenho [pausa 2s] ACAO: mostra a opção de disco efêmero [pausa 1s] Tem também o disco temporário, o drive D. Essa é uma pegadinha: dados no drive D não são mantidos, porque é local e temporário. [pausa 2s]


Bloco 4 — Conectar e estender a VM

ACAO: na VM, clica em Connect, mostra a opção de SSH [pausa 2s] ACAO: clica em Run command / Extension -> Custom Script [pausa 2s] Em vez de entrar na máquina, a gente pode rodar um comando remotamente com a extensão de script custom. Vou instalar o servidor web. [pausa 1s] ACAO: envia o comando de instalação do nginx [pausa 3s] ACAO: mostra o IP público da VM [pausa 1s] ACAO: abre o navegador no IP e mostra a página [pausa 3s] A página está no ar. E a identidade gerenciada é outra coisa importante — é como a máquina assume uma identidade para acessar outros serviços sem senha. [pausa 2s]


Bloco 5 — Disponibilidade (availability set × zones) ★

ACAO: busca "Availability set", clica em + Create [pausa 2s] Para alta disponibilidade, a gente agrupa as máquinas. Um availability set tem domínios de falha e domínios de atualização. [pausa 1s] ACAO: mostra os campos de fault domain e update domain [pausa 2s] O domínio de falha é o mesmo rack, energia e rede. Quando você tem mais de uma máquina, o Azure espalha para evitar que uma única falha derrube tudo. [pausa 2s] ACAO: aponta para a opção de zona de disponibilidade [pausa 2s] A zona é ainda mais forte: são datacenters separados dentro da mesma região. É a rede de segurança de mais alto nível. [pausa 2s]


Bloco 6 — Escala (VMSS + autoscale) ★

ACAO: busca "Virtual machine scale sets", clica em + Create [pausa 2s] Para escalar, a gente usa o scale set. Ele cria instâncias sob demanda. [pausa 1s] ACAO: configura o número mínimo e máximo de instâncias [pausa 2s] ACAO: abre a aba Scaling, mostra o autoscale [pausa 2s] O autoscale é a regra que ajusta o número de máquinas conforme a demanda. Se a carga sobe, ele sobe; se cai, ele cai. É escala horizontal — mais instâncias, não máquina maior. [pausa 2s]


Bloco 7 — Containers (ACR, ACI, Container Apps) ★

ACAO: busca "Container registries", clica em + Create [pausa 2s] Agora o mundo de contêineres. O registry guarda as imagens. [pausa 1s] ACAO: cria um registro com o SKU Basic [pausa 2s] ACAO: busca "Container instances", clica em + Create [pausa 2s] ACAO: mostra que ACI roda um contêiner simples e paga por tempo [pausa 3s] O ACI é o jeito mais simples de rodar um contêiner sem gerenciar servidor. Você paga pelo tempo que ele roda. [pausa 2s] ACAO: aponta para a opção Container Apps / AKS [pausa 2s] E para produção com orquestração, existe o AKS, que é o Kubernetes gerenciado. No AKS, o plano de controle é do Azure e os nós são escala de máquinas na sua assinatura. [pausa 2s]


Bloco 8 — App Service (PaaS) ★

ACAO: busca "App services", clica em + Create [pausa 2s] E para fechar, o caminho de plataforma: o App Service. Ele é PaaS, então a gente não gerencia o servidor. [pausa 1s] ACAO: cria um plano com o tier F1 Free [pausa 2s] Repare no plano. Com o nível Free, a gente tem sessenta minutos de CPU por dia, o que é suficiente para a nossa aula, com custo zero. [pausa 2s] ACAO: cria o app, clica em Deployment Center e mostra o deploy do GitHub [pausa 3s] ACAO: mostra o domínio padrão do app no navegador [pausa 3s] O app está no ar com deploy contínuo. E o App Service ainda tem slots de implantação, para publicar sem risco, e escala horizontal. [pausa 2s]


Encerramento do M3

ACAO: mostra os recursos criados no grupo [pausa 1s] Com isso a ControlCrest tem suas máquinas, seu contêiner e seu app de plataforma. Lembre da regra de custo: a VM fica desligada quando não é aula, e tudo que é cobrado por hora a gente deleta na sessão. [pausa 2s]


Checklist do instrutor (M3)

Próximo: M4 · Redes — aproximar a narrativa de peering e balanceamento.