Script · M2 — Storage (AZ-104 · 15–20% · ~1 h)
Formato de gravação: tela do PC operada ~99%, voz narrando (TTS pt-BR). Região: East US · Narrativa: empresa ControlCrest.
Como ler:
>> ACAO:= ação na tela (não falado);[pausa Ns]= silêncio; texto puro = narração (só isso vai pro TTS). Ações mecânicas mudas; narra só o ponto da prova/contexto. Blocos ★ prioritários. Custo: armazenamento é barato — reutilizar 1 conta "empresa" + contas de lab deletadas.
Bloco 1 — Criar a conta de armazenamento ★
ACAO: busca "Storage accounts", clica em + Create [pausa 2s] Aqui começa a empresa com dados. A gente vai criar a conta de armazenamento que guarda os arquivos da ControlCrest. [pausa 1s] ACAO: escolhe a assinatura e o resource group rg-data-dev [pausa 2s] ACAO: digita o nome da conta em Storage account name [pausa 2s] Repare no campo do nome. Ele tem uma regra de prova: só letras minúsculas e números, de três a vinte e quatro caracteres. E precisa ser único no mundo, porque o nome vira parte do endereço. [pausa 2s] ACAO: seleciona a região East US [pausa 1s] ACAO: aponta para o campo Redundancy, mostra LRS [pausa 1s] E aqui já entra a primeira decisão: a redundância. Esse é um dos pontos que mais cai. [pausa 1s] ACAO: clica em Review + create e depois Create [pausa 4s] ACAO: vai até a conta criada, mostra o Overview [pausa 2s]
Bloco 2 — Endpoints e tipos de serviço
ACAO: na conta, clica em Data storage -> Containers [pausa 2s] Repara que uma única conta guarda quatro tipos de coisa: blobs, arquivos, tabelas e filas. Cada um tem seu próprio endereço. [pausa 2s] ACAO: clica em Endpoints [pausa 2s] Aqui estão os endpoints. O nome da conta vira o subdomínio: ponto blob, ponto file, ponto table, ponto queue. Cada objeto tem um endereço único no Azure. [pausa 2s]
Bloco 3 — Redundância (LRs → GZRS) ★
ACAO: na conta, clica em Redundancy [pausa 2s] Agora a parte que o exame adora. Toda conta sempre replica os dados, mas você escolhe a opção que combina com a sua necessidade. [pausa 1s] ACAO: aponta para Locally Redundant Storage [pausa 2s] Locally Redundant copia três vezes dentro de um único datacenter. É o mais barato, mas não protege contra um incêndio ou alagamento naquele prédio. [pausa 2s] ACAO: aponta para Zone Redundant Storage [pausa 2s] Zone Redundant copia três vezes entre três zonas de disponibilidade. Muito melhor para alta disponibilidade. [pausa 2s] ACAO: aponta para Geo Redundant e Geo-Zone Redundant [pausa 2s] Geo Redundant copia para a região secundária. E a zone redundante com geo é a mais forte. Serviços de borda, tipo o arquivo do Azure, costumam usar a zone redundante. [pausa 2s] ACAO: mostra o aviso de que Archive não suporta algumas redundâncias [pausa 2s] E uma pegadinha: a configuração de redundância vale para todos os serviços daquela conta, e o tier de arquivamento não é suportado em todas as opções. [pausa 2s]
Bloco 4 — Acesso e segurança (SAS, keys, firewall, RBAC de dados) ★
ACAO: na conta, clica em Security + networking -> Access keys [pausa 2s] As chaves de acesso são o segredo da conta. Duas chaves existem para você poder rotacionar sem derrubar o serviço. [pausa 1s] ACAO: mostra as duas chaves, então clica em Shared access signature [pausa 2s] ACAO: gera uma SAS, selecionando recurso, permissões e tempo [pausa 3s] Esse é o token de acesso delegado. Repara que dá pra limitar o que a pessoa pode fazer e por quanto tempo. O conselho é sempre usar HTTPS e que os tokens durem só o tempo necessário. [pausa 2s] ACAO: mostra a URL/query gerada pela SAS [pausa 2s] ACAO: clica em Networking, mostra a seção de firewall e redes virtuais [pausa 2s] E aqui a gente restringe de onde a conta pode ser acessada. A gente pode permitir só redes específicas, ou deixar desligado para tudo. [pausa 2s]
Bloco 5 — Azure Files e Blob Storage ★
5.1 Containers (Blob)
ACAO: em Data storage -> Containers, clica em + Container [pausa 2s] Vamos criar o lugar dos arquivos binários. [pausa 1s] ACAO: digita pedidos, deixa o nível de acesso privado [pausa 2s] ACAO: clica no container, faz upload de um arquivo [pausa 3s] ACAO: aponta para o nível de acesso público [pausa 1s] O nível de acesso público só deve ser usado para informação que não é sensível, senão você está expondo dados. [pausa 2s]
5.2 File share (Azure Files)
ACAO: em Data storage -> File shares, clica em + File share [pausa 2s] Agora o compartilhamento de arquivos. Ao contrário do blob, esse é volume montável, com diretórios, e funciona por SMB. [pausa 1s] ACAO: digita docs, mostra a opção de nível de acesso "Transaction optimized" [pausa 2s] ACAO: mostra que dá para montar de máquinas na nuvem ou no local [pausa 2s]
Bloco 6 — Tiers de acesso (hot / cool / cold / archive)
ACAO: clica em um blob, mostra o campo Access tier [pausa 2s] Os blobs têm níveis de acesso. Quanto menos acessado, mais barato fica o armazenamento, mas mais caro fica para acessar. [pausa 1s] ACAO: aponta para Hot, Cool, Cold e Archive [pausa 2s] Tem uma pegadinha de prova: o archive fica offline. Para ler um dado arquivado você precisa reidratar, e isso leva horas. [pausa 2s]
Bloco 7 — Lifecycle, versioning, soft delete e imutável
ACAO: em Data management -> Lifecycle management, clica em + Add rule [pausa 2s] Aqui a gente automatiza. Cria uma regra que muda o tier ou apaga depois do tempo. [pausa 2s] ACAO: cria uma regra que arquiva após 30 dias e apaga após 180 dias [pausa 3s] ACAO: em Data protection, mostra a opção de Soft delete e versioning [pausa 2s] E aqui a proteção: o soft delete permite recuperar um blob excluído por engano, e o versioning guarda o histórico das versões. É uma rede de segurança contra acidente. [pausa 2s] ACAO: mostra a seção de Immutability / WORM [pausa 2s] Para dados que não podem ser alterados, existe a política de imutabilidade, o modo escreva uma vez e leia muitas. Isso protege contra sobrescrita e exclusão. [pausa 2s]
Bloco 8 — Ferramentas (Storage Explorer · AzCopy)
ACAO: mostra o Azure Storage Explorer (janela do app conta com várias contas) [pausa 2s] O Storage Explorer é a ferramenta visual: acessa várias contas, sobe e baixa blobs, arquivos, tabelas e filas, e consegue até gerar token. [pausa 2s] ACAO: abre o Cloud Shell, mostra o comando de cópia com AzCopy [pausa 3s] E via linha de comando, o AzCopy copia dados de e para os serviços de armazenamento. Ele autentica ou com o Azure Active Directory ou com um token SAS. [pausa 2s]
Encerramento do M2
ACAO: mostra a conta de armazenamento e o custo estimado no Overview [pausa 1s] Com o armazenamento pronto, a base de dados da ControlCrest está no lugar. E lembre: o armazenamento é barato, mas várias contas esquecidas somam. A gente reutiliza uma conta e deleta as de laboratório. [pausa 2s]
Checklist do instrutor (M2)
- Narração batendo com os blocos 1–8 (~1 h).
- Nome da conta válido (minúsculas/números, 3–24) — mostrar regra.
- Redundância LMS→GZRS demonstrada (pegadinha archive/zone).
- SAS + keys (rotação) + firewall demonstrados.
- Container + file share criados; blob com diretório montável.
- Tiers, lifecycle, soft delete/versioning, imutável configurados.
- Storage Explorer + AzCopy mostrados.
- Conta de lab deletada na sessão.
Próximo: M3 · Compute — aproximar a narrativa de VMs e escala.